Para confessar, eu sempre me achei meio estranha. Esquisita, meio neurótica. Todo mundo tem um pouco de neuroses (Sig explica), mas as minhas pareciam as "mais-mais" no rank freudiano.
Aí, um belo dia você cresce, assiste filmes, lê jornais e descobre que é como mais um dos mortais (não que isso seja ruim, pelo contrário).
Assistindo a "Cortina Rasgada", do mestre Alfred Hitchcock, eu descobri que sou uma mulher normal, no sentido mais feminino da palavra. No filme, Paul Newman (que eu nunca tinha visto em qualquer outro filme e de quem posso dizer, no mínimo, que era dono de uma beleza selvagem) e Julie Andrews são noivos e estão a caminho de uma conferência internacional na Suécia. Ele é um cientista, e ela, sua assistente. Logo na primeira cena dá para perceber o entrosamento dos dois. Mas aí o noivo começa a agir de forma suspeita, diz não serem para ele telegramas que o hotel lhe entrega, compra passagem escondido, etc. Ela descobre e decide, elegantemente, como só a Julie Andrews sabe, perguntar o que está acontecendo, afinal são noivos e trabalham juntos. Paul Newman, com aqueles olhos azuis gélidos, responde de forma bastante grosseira, demonstrando que não quer mesmo falar sobre o assunto. Ela então, novamente elegantérrima, levanta-se da mesa onde estão para jantar, pede licença e sai. Chega no hall do hotel e pede ao conciérge...o quê, o quê? Uma passagem de volta para os EUA, claro! Aí eu paro, penso e digo: "Céus, mas isso é exatamente o que EU faria!" E percebo, para minha felicidade, que posso me considerar fora do rank "mais-mais" freudiano.
Semanas depois, estou lendo o jornal quando me deparo com uma reportagem sobre quem são os mais endividados (resposta: mulheres jovens que emprestam o cartão de crédito para conhecidos; sinônimo: antas estúpidas), não que eu esteja nessa situação, mas o que me chamou a atenção foram as dicas dadas para não entrar no vermelho. Primeira dica: fazer planilhas de gastos (oba! isso eu faço) de preferência com três meses à frente. O quê? Sério? Então não sou neurótica? Porque desde que assumi meu emprego utilizo as tais planilhas. No início eu fazia mensalmente, depois descobri que era mais confiável fazer com dois meses adiantados para prever os gastos, e atualmente, faço com três meses à frente. Vocês não podem imaginar o meu alívio quando li isso (nunca o jornal A Gazeta me foi tão útil!), porque eu sempre me sentia culpada quando fazia minhas planilhas trimestrais (o que prova que, no fundo, a neurose era outra, não a das planilhas...) De qualquer forma, foi um alívio ter, finalmente, provas cabais de que, olhando de perto...eu sou é bem normal!
Cama de gato
domingo, 20 de março de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Por que as pessoas se casam?
No filme "Dança comigo?", Richard Gere intepreta John, um advogado que visita clientes para fazer testamentos. Ele tem uma família ótima e é feliz no casamento. Um certo dia resolve fazer aulas de dança para, apesar de sua vida tranquila, tentar fugir da monotonia diária. A esposa, interpretada por Susan Sarandon, começa a desconfiar da mudança de comportamento do marido - que ensaia escondido, em casa, passos de dança - e contrata um detetive para investigá-lo.
O detetive descobre a verdade, ou seja, que John apenas faz aulas de dança e nada mais. Ela então pede ao profissional que pare de investigá-lo, pois não quer continuar a invadir a intimidade do esposo. A certa altura da conversa dos dois, ela pergunta a ele: "Afinal, por que as pessoas se casam?" O detetive responde: "Paixão". E ela: "Não, não é paixão. As pessoas se casam para terem uma testemunha de suas vidas; alguém que esteja presente nas vitórias, nos fracassos, em todas as ocasiões; alguém que realmente se importe conosco, porque quem nesse mundo mais se importará? Quem se lembrará de nós? As pessoas se casam para terem alguém para testemunhar a sua existência na terra."
Em "Tudo acontece em Elizabethtown", a mesma Susan Sarandon interpreta uma recém-viúva que, na cerimônia fúnebre do marido, explica aos presentes que as pessoas que ela conhecia não sentiram nada pela morte dele; para essas pessoas, aquela morte não tinha a importância que tinha para ela, porque - e eu completo o raciocínio - porque ela, e somente ela, era a testemunha da vida dele".
Os pais morrem, os filhos vão embora...mas aquela pessoa fica ao seu lado para sempre, testemunhando seu dia-a-dia quando ninguém mais se importar. Cada sorriso, cada lágrima, cada ataque de riso (ou de fúria), cada dúvida, cada passo dado, cada problema, cada vitória; as coisas triviais do dia-a-dia, como almoçar, tomar banho, limpar a casa, comer um fruta: para cada pequeno detalhe da vida há a testemunha presente. Quando ninguém se importa, é essa testemunha que dá o conselho, uma palavra amiga, um abraço gostoso; quando ninguém sabe, é essa testemunha que ouve as confissões, as histórias, os segredos. Ela acompanha seu dia-a-dia, e só por causa dela você se sente importante, confiante, forte, grande, afinal, alguém se importa com você! É como diz a letra da canção: "It's wonderful/It's marvelous/That you should care for me..." Com a testemunha presente ao seu lado, você nunca mais estará sozinho.
Antes de se despedir da personagem de Sarandon, o detetive, após ouvir a explicação dela para o matrimônio, conclui dizendo: "Eu sabia. Eu disse. Você é uma romântica".
O detetive descobre a verdade, ou seja, que John apenas faz aulas de dança e nada mais. Ela então pede ao profissional que pare de investigá-lo, pois não quer continuar a invadir a intimidade do esposo. A certa altura da conversa dos dois, ela pergunta a ele: "Afinal, por que as pessoas se casam?" O detetive responde: "Paixão". E ela: "Não, não é paixão. As pessoas se casam para terem uma testemunha de suas vidas; alguém que esteja presente nas vitórias, nos fracassos, em todas as ocasiões; alguém que realmente se importe conosco, porque quem nesse mundo mais se importará? Quem se lembrará de nós? As pessoas se casam para terem alguém para testemunhar a sua existência na terra."
Em "Tudo acontece em Elizabethtown", a mesma Susan Sarandon interpreta uma recém-viúva que, na cerimônia fúnebre do marido, explica aos presentes que as pessoas que ela conhecia não sentiram nada pela morte dele; para essas pessoas, aquela morte não tinha a importância que tinha para ela, porque - e eu completo o raciocínio - porque ela, e somente ela, era a testemunha da vida dele".
Os pais morrem, os filhos vão embora...mas aquela pessoa fica ao seu lado para sempre, testemunhando seu dia-a-dia quando ninguém mais se importar. Cada sorriso, cada lágrima, cada ataque de riso (ou de fúria), cada dúvida, cada passo dado, cada problema, cada vitória; as coisas triviais do dia-a-dia, como almoçar, tomar banho, limpar a casa, comer um fruta: para cada pequeno detalhe da vida há a testemunha presente. Quando ninguém se importa, é essa testemunha que dá o conselho, uma palavra amiga, um abraço gostoso; quando ninguém sabe, é essa testemunha que ouve as confissões, as histórias, os segredos. Ela acompanha seu dia-a-dia, e só por causa dela você se sente importante, confiante, forte, grande, afinal, alguém se importa com você! É como diz a letra da canção: "It's wonderful/It's marvelous/That you should care for me..." Com a testemunha presente ao seu lado, você nunca mais estará sozinho.
Antes de se despedir da personagem de Sarandon, o detetive, após ouvir a explicação dela para o matrimônio, conclui dizendo: "Eu sabia. Eu disse. Você é uma romântica".
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O bichinho da dúvida
É incrível como às vezes, mesmo tendo tanto, a gente pensa que tem tão pouco. Parece que é o bichinho da dúvida que nos deixa no ar, sem respirar, pensando que nos falta muito...ou tudo. Talvez seja a crise dos 30 anos, mas ultimamente eu tenho pensado que, afinal de contas, eu tenho 31 anos, e que eu fiz até agora? Nada!, eu penso. Com 31 anos há muitas pessoas com um emprego muito melhor que o meu, com muito mais bagagem que eu, que já viajaram o mundo todo, experimentaram e vivenciaram tantas coias...e eu aqui, parada.
Aí, ao invés de ter pena de mim mesma, resolvo ser racional e tudo muda: ora, mas ainda estou no começo da vida! Alcançei meu primeiro emprego há 5 anos, estou casada há um ano e fazendo uma pós-graduação em uma área que sempre gostei. Nem tive filhos ainda, então que coisa é essa de "cheguei até aqui e não fiz nada?" Tenho planos para o futuro: estudar, passar em outro concurso, dar aulas, ter filhos, viajar...então por que dar uma de "coitadinha de mim"?
Quando olho para trás, vejo que estou no lucro, realmente. Poderia não ter passado em concurso nenhum e ainda estar na casa dos meus pais, uma solteirona sem emprego (cruzes!)
Mas Deus tem sido tão bom comigo, e tem suprido todas as minhas necessidades. O bichinho da dúvida (e já teve gente que disse que a Dúvida, assim mesmo, com letra maiúscula, é uma das melhores ferramentas daquele mesmo, o Inimigo) me tenta, e acho que a melhor coisa é pensar no capítulo 6 de Mateus: "Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais que o alimento, e o corpo, mas que as vestes? (...) Portanto, não vos inquieteis (...). Não vos inquieteis com o dia de amanhã (...) (Mt 6: 25, 31a e 34a)
Ele tem suprido todas as minhas necessidades. Diariamente. Não as suprirá no futuro também? Eu creio que sim!
Obs: Acho que misturei razão, emoção e religião. Mas quem disse que corpo, alma e espírito são inseparáveis? ;)
Aí, ao invés de ter pena de mim mesma, resolvo ser racional e tudo muda: ora, mas ainda estou no começo da vida! Alcançei meu primeiro emprego há 5 anos, estou casada há um ano e fazendo uma pós-graduação em uma área que sempre gostei. Nem tive filhos ainda, então que coisa é essa de "cheguei até aqui e não fiz nada?" Tenho planos para o futuro: estudar, passar em outro concurso, dar aulas, ter filhos, viajar...então por que dar uma de "coitadinha de mim"?
Quando olho para trás, vejo que estou no lucro, realmente. Poderia não ter passado em concurso nenhum e ainda estar na casa dos meus pais, uma solteirona sem emprego (cruzes!)
Mas Deus tem sido tão bom comigo, e tem suprido todas as minhas necessidades. O bichinho da dúvida (e já teve gente que disse que a Dúvida, assim mesmo, com letra maiúscula, é uma das melhores ferramentas daquele mesmo, o Inimigo) me tenta, e acho que a melhor coisa é pensar no capítulo 6 de Mateus: "Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais que o alimento, e o corpo, mas que as vestes? (...) Portanto, não vos inquieteis (...). Não vos inquieteis com o dia de amanhã (...) (Mt 6: 25, 31a e 34a)
Ele tem suprido todas as minhas necessidades. Diariamente. Não as suprirá no futuro também? Eu creio que sim!
Obs: Acho que misturei razão, emoção e religião. Mas quem disse que corpo, alma e espírito são inseparáveis? ;)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Natal é amor
Esse foi, senão o melhor, um dos melhores Natais da minha vida. Acho que porque finalmente eu descobri o sentido Natal, como descrito em uma propaganda de alguma coisa que não lembro agora: "O sentido do Natal é o amor". E é isso. Eu pensava que no Natal devíamos só lembrar de Jesus, e sim, devemos, mas Natal é mais do que isso: Natal é amor. É estar com seus amados, sua família, reunidos em paz e alegria. Natal é colocar um cd de músicas natalinas jurássico e ver sua mãe fazer uma dancinha engraçada enquanto todos aguardam ansiosos seu pai voltar da igreja, e rolar de rir vendo sua mãe fazendo a tal dancinha, e ouvi-la dizer que está fazendo isso porque já está entediada de tanto esperar. Natal é ouvir sua irmã pedir para todo mundo se arrumar, colocar roupa e sandália nova, mesmo em casa, só para tirar fotos. Natal é dizer coisas engraçadas para o pai rir na foto. É orar antes da ceia, e na oração lembrar de todos aqueles que não podem ter um Natal feliz, e pedir a Deus que o conceda no próximo ano. É ceiar junto, comer até estourar, deliciar-se com a sobremesa (depois de já estar com a barriga bem cheia) e depois limpar a sujeira junto. É aguardar ansiosos o momento de entrega dos presentes,e se surpreender e se alegrar na hora da entrega. É ir para outra cidade de manhã cedinho no dia 25, só para almoçar com seus sogros, e comer um chester gostoso (que sua mãe não faz porque seu pai "não come aquilo que ele nunca viu", aliás, você já viu o bicho?). É dar presentes e receber um presentão dos seus sogros, coisa que você e seu marido não poderiam comprar tão cedo. É aproveitar o dia para assistir filmes antigos em família, e depois dar um passeio a pé pela cidade.
Quando era mais nova, eu não entendia nada disso. Talvez porque era mais nova, ou mais tola. Mas acho que era porque, na verdade, eu ainda não conhecia o amor.
Quando era mais nova, eu não entendia nada disso. Talvez porque era mais nova, ou mais tola. Mas acho que era porque, na verdade, eu ainda não conhecia o amor.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Diário de um recesso
Segunda: comprar presente de Natal do maridão no shopping. Ele foi passear enquanto comprei e guardei no porta-malas do carro. O problema vai ser tirar o bicho de lá...Depois, almoço no Outback dividindo um delicioso Alice Springs e um Chocolate Thunder, yummi! Três livros clássicos na Saraiva por 36 reais: Charles Dickens, Tolstói e Dostoiévisky. No final da tarde, um presente no Boticário e visita à casa da minha tia-avó: como sempre, muitas, muitas risadas!
Terça: de manhã, ajudar nas tarefas domésticas, afinal, estamos na casa de papai e mamãe. Almoço em família. Depois, mais um presente de Natal para papai: uma caneca do Fluminense, só para deixá-lo ainda mais animado, já que nessa semana de férias ele não sai de dentro da camisa do timão! E só porque a gente quase não tem dvds para assistir (cof, cof), comprei mais dois: "Núpcias de um escândalo", porque eu adoro o James Stewart e nunca tinha visto nada com a Katherine Hepburn, e "O rei e eu", um musical com Deborah Kerr. Ainda de gruja mais um presente para minha irmã: um álbum de Edith Piaf. Depois, um sonho realizado: finalmente comprei um brinco de pérolas na Vivara! E um brilhantezinho bem miudinho para o segundo furinho da orelha...tudo sem programar, exatamente como são os sonhos!
Quarta: almoço no Spoleto, salada grande com peito de peru, yummi! Depois, "As crônicas de Nárnia 2" em 3D, adorei! Procurei o livro de C.S.Lewis na Saraiva, mas não tinha. Trufas na Cacau Show e uma lembrancinha para o porteiro brincalhão e simpático, que nos deseja "Boas festas" o ano inteiro, hohoho.
Amanhã: caminhada na praia de manhã cedo com papai e maridão, pegar vacina no médico...e o futuro a Deus pertence.
...como é gostoso um recesso forense antes do Natal! ;)
Terça: de manhã, ajudar nas tarefas domésticas, afinal, estamos na casa de papai e mamãe. Almoço em família. Depois, mais um presente de Natal para papai: uma caneca do Fluminense, só para deixá-lo ainda mais animado, já que nessa semana de férias ele não sai de dentro da camisa do timão! E só porque a gente quase não tem dvds para assistir (cof, cof), comprei mais dois: "Núpcias de um escândalo", porque eu adoro o James Stewart e nunca tinha visto nada com a Katherine Hepburn, e "O rei e eu", um musical com Deborah Kerr. Ainda de gruja mais um presente para minha irmã: um álbum de Edith Piaf. Depois, um sonho realizado: finalmente comprei um brinco de pérolas na Vivara! E um brilhantezinho bem miudinho para o segundo furinho da orelha...tudo sem programar, exatamente como são os sonhos!
Quarta: almoço no Spoleto, salada grande com peito de peru, yummi! Depois, "As crônicas de Nárnia 2" em 3D, adorei! Procurei o livro de C.S.Lewis na Saraiva, mas não tinha. Trufas na Cacau Show e uma lembrancinha para o porteiro brincalhão e simpático, que nos deseja "Boas festas" o ano inteiro, hohoho.
Amanhã: caminhada na praia de manhã cedo com papai e maridão, pegar vacina no médico...e o futuro a Deus pertence.
...como é gostoso um recesso forense antes do Natal! ;)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
You really give me fever
Depois de passar noite tentanto fazer a febre baixar (7 banhos frios, gelo na cabeça e Dipirona) fomos para o hospital de manhã. Nebulização, três ingeções de remédios na veia (que deixaram meu coração acelerado, baby, e me fizeram ter que tomar Fenergan para tirar o efeito acelerador), raio X dos seios da face (sinusopatia) e dos pulmões (nada a declarar, felizmente): dois dia de atestado e 14 dias de antiobiótico que eu não estou lá muito a fim de tomar. Prefiro inalação com Penetro. O difícil será convencer Dr. Marido que não é bom ficar tomando antibiótico asim, à toa.
Parte boa de tudo: estreei o primeiro plano de saúde que tive na vida, e não é que funciona?
Parte boa de tudo: estreei o primeiro plano de saúde que tive na vida, e não é que funciona?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
You give me fever
Seu marido pega gripe. Quando ele já está melhor, você pega também. Como ele é um marido dedicado, resolver cuidar de você com carinho. O problema é que ele não tem a menor vocação para medicina, e logo depois de você tomar um Tylenol 500mg, ele quer que você engula um Voltaren Retard 100mg; você toma um banho frio para abaixar a febre e ele faz cara de quem não concorda, embora seus pais tenham feito isso com você sua infância toda; reclama se você anda descalça pela casa, mesmo que o chão não esteja frio; e a chama de teimosa quando você não aceita os cuidados dele.
Aí, quando você acorda no dia seguinte com nariz entupido e uma tosse que faz ressoar um trovão de dentro do seu tórax, ele pergunta: "Tá malzinha?" com aquela cara de quem está contrariado mas não quer demonstrar. E quando você pergunta se está tudo bem, ele diz que está, embora você seja uma...teimosa, claro.
E eu já começo até desconfiar se eu não estaria melhor se tivesse atendido aos conselhos do Dr. Marido...
Aí, quando você acorda no dia seguinte com nariz entupido e uma tosse que faz ressoar um trovão de dentro do seu tórax, ele pergunta: "Tá malzinha?" com aquela cara de quem está contrariado mas não quer demonstrar. E quando você pergunta se está tudo bem, ele diz que está, embora você seja uma...teimosa, claro.
E eu já começo até desconfiar se eu não estaria melhor se tivesse atendido aos conselhos do Dr. Marido...
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